Os sete leitos da UTI foram modernizados e padronizados de acordo com as normas da Anvisa

Na manhã de hoje, 20 de setembro, aconteceu a inauguração dos novos equipamentos instalados na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo (HMS). A unidade conta agora com 7 novos ventiladores mecânicos pulmonares e um backup, a mesma quantidade para monitores de sinais vitais. Todas as camas foram trocadas por outras mais eficientes e foram instalados também 26 bombas de infusão para aplicação de medicamentos.

Na oportunidade, participaram da solenidade o prefeito, Nélio Aguiar; a secretária de saúde, Dayane Lima; o vereador Tadeu Cunha; médicos e a equipe de enfermagem da UTI. Para o prefeito, é importante fazer uma medicina atualizada ofertando recurso de alta tecnologia, usados nos grandes centros. “Vai facilitar o atendimento da equipe multidisciplinar que vai dar melhor assistência aos pacientes graves. Vamos sempre investir tanto em recursos humanos quanto em equipamentos”, enfatizou.

De acordo com o diretor geral e técnico do HMS e UPA, Dr. Itamar Júnior, os novos ventiladores são muito importantes para a eficácia dos tratamentos. “A ventilação mecânica tem como objetivo fornecer ao paciente uma troca gasosa adequada, além de reduzir o seu trabalho de respiração, evitando a evolução de um quadro de falência respiratória”, pontuou.

Os equipamentos foram comprados através da emenda parlamentar do ex-deputado federal Francisco Chapadinha.

 

Eficiência dos novos equipamentos

De acordo o coordenador de fisioterapia do HMS, Leonardy Ibrahim, os novos ventiladores podem trabalhar com duas pressões respiratórias: uma inspiratória (mais alta) e outra expiratória (mais baixa), não invasivo ou invasivo. “São utilizados em pacientes que necessitam de uma ventilação pulmonar não invasiva. Um diferencial tecnológico é que também pode ser utilizado para ventilação invasiva, quando um tubo é colocado através da traquéia”, detalhou Ibrahim.

Ele explicou ainda que o modelo de respiração adquirido gera um fluxo de ar ao paciente, mantendo a pressão de suas vias aéreas sempre positiva, evitando seu fechamento ou estreitamento. “Isso dificultaria a respiração”, concluiu.

Segundo a secretária de Saúde, a eficiência dos equipamentos é tão grande que vai agilizar o tratamento dos pacientes permitindo resultados positivos. “Isso tem consequências boas também no setor da regulação, porque vai desafogar as demandas reprimidas do setor”, finalizou.